sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Programação dos Trabalhos de Campo
Trabalho de campo 1
- Litoral paranaense: desenvolvimento sustentável (?) e pescadores/as artesanais
Data: 06/09/2011
Público: 40 participantes
Preço do almoço: R$ 10,00
Ementa - O litoral é uma região de grande diversidade biológica e socio-cultural e, portanto foco político-econômico em permanente conflito de interesses. Neste sentido, o trabalho de campo pretende refletir sobre o contexto regional de conflitos e resistências, a partir de um breve panorama do litoral paranaense, visitando três municípios (Morretes, Antonina e Paranaguá) e identificando a diversidade de sujeitos inseridos em ONG, Associação de Pescadores, Assentamento do MST, etc. Tem-se a possibilidade de conhecer a Ilha da Cotinga onde vivem algumas familias de pescadores/as artesanais e onde há também uma terra indígena Guarani M'bya homologada. Ambas as comunidades enfrentadas, como poderá identificar-se, com o Porto de Paranaguá.
Roteiro:|
Horário |
Tema |
Atividade |
Responsável |
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07:00 |
Viagem |
Saída do Centro Politécnico Bloco da Geografia para Antonina |
Gisa/Mercedes/ Marina |
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09:00 |
Visita ao Assentamento Pantanal – Morretes-Pr / |
Assentamento regularizado pelo INCRA em 1985 (26 anos), e bate-papo com a Eng. de Aquicultura - Nicole Pistelli Machado sobre Os aspectos Socioeconômicos da Pesca Artesanal na Baía de Paranaguá-PR |
Nicole Pistelli Machado
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Chegada à Associação de Defesa do Meio Ambiente e do Desenvolvimento de Antonina, Município de Antonina. |
Conversa sobre a atuação da ONG e a realidade local |
Presidente: Eliane Beê Boldrini |
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12:00 |
Almoço |
Cooperativa dos Moradores do Portinho, Município de Antonina (custo R$10,00) |
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13:30 |
Viagem para Paranaguá |
Saída de Antonina |
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14:00 |
Ilha dos Valadares, Município de Paranaguá |
Encontro com o Presidente da Associação dos Pescadores da Ilha e visita aos pontos de atividades dos pescadores da ilha. |
Sr Diarone das Neves |
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16:00 |
Viagem de barco pela Baía de Paranaguá |
Porto de Paranaguá e Ilha da Cotinga (Terra Indígena do povo Guarani M’bya). Sem custo. |
Sr Diarone das Neves |
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18:30 |
Retorno para Curitiba |
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Trabalho de campo 2
Data: 06/09/2011
LOCAL: Bloco da Geografia – Setor de Ciências da Terra
Preço do almoço: 10 reais/pessoa
Dicas: levar roupas leves, calçado apropriado para caminhada, água e lanche para consumo durante o percurso de ônibus e a pé.
Ementa: O trabalho de campo tem como objetivo dar um panorama da situação e dos conflitos existentes no Vale do Ribeira paranaense, a partir da visita ao município de Cerro Azul (PR), município que tem como características o avanço da monocultura de pinus, atividades de mineração e a ameaça da construção da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, projeto da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA); também se propõe contemplar as resistências dos moradores e agricultores de Cerro Azul (PR).
Temas: Vale do Ribeira paranaense; conflitos gerados por barragens; monocultura de pinus; mineração; resistências locais.
Roteiro:
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Horário |
Tema |
Atividade |
Responsável | |
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07:30 |
Viagem à Cerro Azul – PR (Município do Vale do Ribeira) |
Saída do Centro Politécnico - Bloco da Geografia – Setor de Ciências da Terra |
Laura Rougemont (ENCONTTRA) Ralph Albuquerque (ENCONTTRA) | |
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09:30 |
Chegada à Cerro Azul | |||
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09:30 – 11:30 |
Visita ao CRESOL (Sistema de Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária) |
Conversa com representante do CRESOL e com representante da ASSTRAF (Associação Sindical dos Trabalhadores na Agricultura Familiar) |
Adriano Briatori (CRESOL) Francisco (ASSTRAF) | |
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11:30 |
Almoço | |||
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12:30 |
Saída para atividades da tarde | |||
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13:30 |
Comunidade do Mato Preto |
Visita e conversa com moradores da Comunidade do Mato Preto sobre a ameaça da barragem de Tijuco Alto e dos problemas da região, localizada às margens do Rio Ribeira de Iguape, na divisa entre o município de Cerro Azul e Dr. Ulysses (PR). |
Laura Jesus (CEDEA) Laura Rougemont Ralph Albuquerque | |
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15:00 |
Mineração Nossa Senhora do Carmo Ltda. |
Visita guiada à propriedade da mineradora Nossa Srª do Carmo. |
Aglerson Mangger (gerente MNSC) Sr. Ariel Farias | |
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17:30 |
Retorno à Curitiba – previsão de chegada - 19:30 | |||
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Trabalho de campo 3
- Rural da Região Metropolitana de Curitiba: faxinalenses, agroecologia e luta pela terra.
Data: 06/09/2011
Público: 40 participantes
Preço do Café da manhã e almoço no Assentamento Contestado : R$ 10,00
Roteiro:
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Horário |
Tema |
Atividade |
Responsável |
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07:00 |
Viagem a Lapa |
Saída do Centro Politécnico Bloco da Geografia para a cidade da Lapa |
Jorge Favaro/Gustavo /Ralph |
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09:00 |
Chegada ao Assentamento Contestado/Escola Latina Americana de Agroecologia |
Recepção Café da manhã |
Luiz Clovis Schons- Coordenação da ELAA |
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09:30 |
ELAA – Escola Latina Americana de Agroecologia e Assentamento Contestado Exposição dialogada sobre as experiências em agroecologia |
Mística/ vídeo de apresentação e histórico do ELAA e Assentamento contestado Exposição dialogada sobre o histórico/princípios/objetivos/ funcionamento do ELLA e do Assentamento. Experiências Agroecológicas no Paraná e no municipio da Lapa Rede ECOVIDA – Histórico/ princípios/ objetivos/funcionamento Certificação participativa |
Luiz Clovis Schons- Coordenação da ELAA e equipe Luis Carlos Shimidt Bueno Coordenador da rede ECOVIDA |
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11:00 |
Visita ao ELLA e assentamento |
Visita as instalações do ELAA e propriedades de assentados com ênfase a Agroecologia e propriedades com mandalas. |
Luis Clovis Schons e equipe |
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12:30 |
Almoço |
Almoço preparado pela equipe do assentamento |
Luis Clovis Schons e equipe |
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13:30 |
Saída do Assentamento |
Destino ao Município de Quitandinha |
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15:00 |
Chegada ao Faxinal do Salso – Município de Quitandinha |
Recepção pelos líderes da comunidade Exposição dialogada sobre o Faxinal do Salso (histórico/ resistência/conflitos/lutas/ Articulação Puxirão dos Povos Faxinalenses. Visita ao faxinal Sapecada de Pinhão |
Ivan Coláço – Líder Faxinalense
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18:30 |
Retorno a Curitiba |
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Trabalho de campo 4
Trabalho de campo 4
As outras Curitibas: periferias, reciclagem e megaeventos
Data: 06/09/2011
Público: 40 participantes (participantes da XII Jornada do Trabalho)
| Horário | Tema | Atividade | Responsável |
| 07:00 | Saída | Saída do Centro Politécnico em frente ao prédio da Administração e tubo de ônibus | Fernanda/Márcia/Fidel |
| 7:30 | Passagem pelos bairros Bigorrilho e Mossunguê | Discussão sobre o planejamento da cidade, os eixos estruturais, o sistema de transporte coletivo em Rede Integrada de Transporte (RIT) e condomínios fechados | Márcia/Fernanda |
| 8:30 | Vila Esperança, Nova Conquista e Vila Eldorado (vilas do Sabará na Cidade Industrial) | Conversa com lideranças das comunidades sobre as ocupações em áreas de preservação permanente, direito e luta pela moradia e comunicação popular. Visita às vilas. | Osmano, da associação de moradores V. Esperança e Sebastião Ney, da Vila Eldorado |
| 11:00 | Associação de Catadores e Catadoras de Material Reciclável Novo Amanhecer | Visita e conversa no barracão com carrinheiros e apoiadores sobre a experiência da realocação e organização da associação | Maria de Lurdes e Hélio da associação e Joaquim do Centro de Apoio Santos Dias da Silva |
| 12:30 | Almoço | Almoço na Associação de Catadores | Edson |
| 13:30 | Bairro Sítio Cercado - Vila Xapinhal | Recepção e apresentação pelos capoeiristas que fazem trabalho social no bairro Conhecer a experiência do MUPE, enquanto um Ponto de Memória Visitar e discutir sobre a ocupação Xapinhal e juventude e lazer no bairro | Tiago Fidel |
| 16:00 | Praça da Arena da Baixada Movimento Nacional da População em Situação de Rua Copa do Mundo de 2014 | Conversa com lideranças e do Movimento Nacional da População em Situação de Rua Copa do Mundo de 2014 em Curitiba Discutir sobre a experiência do movimento local e nacional, as violações de direitos humanos durante os megaeventos esportivos e sobre os preparativos e as ações populares para a Copa de 2014 em Curitiba | Paulo e Leonildo do MNPR |
| 18:00 | Retorno ao Centro Politécnico | | |
Trabalho de campo 5
- Nas terras do agronegócio: luta pela terra e alternativas de resistência camponesa
Data: 06/09/2011 VAGAS: 40 participantes
SAÍDA: 7H30 PREVISÃO DE CHEGADA: 19H30
Preço do almoço: 6,50 reais/pessoa
Dicas: levar roupas leves, calçado fechado (exigência para entrada na Cargill), água e lanche para consumo durante o percurso de ônibus e a pé.
Ementa: O trabalho de campo tem como objetivo confrontar o espaço do agronegócio – representado nas terras dos Campos Gerais pelas grandes empresas da Cargill e da Bunge, duas das maiores exportadoras e processadoras de soja do Brasil, e na produção de fertilizantes, ambas localizadas na cidade de Ponta Grossa – com o espaço das terras em disputa pelo MST – terras essas do Estado (parte da antiga EMBRAPA), localizadas em torno das terras da Cargill e da Bunge, e ha mais de 8 anos ocupadas por trabalhadores rurais sem-terra que tentam o direito legal de conseguir aprovação do Projeto de Assentamento Emiliano Zapata, e assim ter acesso aos recursos e financiamentos do estado para a produção na área. Como resistência e permanência nessas terras esses trabalhadores buscam no local uma alternativa à esse modelo da agricultura-negócio e exportadora via uma agricultura orgânica e produtora de alimentos, com o apoio de projetos de extensão via universidades ou ainda via projetos solidários.
Temas: Luta pela terra; agroecologia camponesa X agronegócio exportador; Movimentos Sociais de luta pela terra; resistência camponesa.
Roteiro:
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Horário |
Tema |
Atividade |
Responsável | |
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07:30 |
Viagem à Ponta Grossa - PR |
Saída Bloco da Administração do Centro Politécnico – UFPR, Jardins das Américas |
Mara Edilara (ENCONTTRA) Sandra Engelman (ENCONTTRA) Willian Simões (ENCONTTRA) | |
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09:00 |
Chegada à Ponta Grossa | |||
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09:30 – 10:30 |
Visita à Cargill (Empresa Exportadora de Grãos no Brasil) |
Apresentação do modelo de produção e de gestão da empresa. |
Representante da empresa. | |
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11:00 – 12:00h |
Visita à IESOL (Incubadora de empreendimentos econômicos solidários) |
Apresentação dos projetos já implantados e construídos junto aos trabalhadores sem-terra do pré-assentamento Emiliano Zapata. |
Alnary Rocha (Coordenador da IESOL) | |
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12:15h |
Almoço | |||
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13:15h |
Saída para atividades da tarde | |||
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14:00h |
Pré-assentamento do MST Emiliano Zapata |
Visita e conversa com os assentados e acampados do pré-assentamento Emiliano Zapata, levantando: o histórico de luta na área, os conflitos em torno do confronto terras do agronegócio x terras de resistência e produção camponesa; as iniciativas de projetos de alternativa por meio da agroecologia. E ainda, conhecer outras formas de produção no assentamento, conhecer os possíveis lotes e cultivos do local. |
Seu José (Pocotó) – pré-assentado e dirigente do MST no local Kátia – pré-assentada responsável pela horta Profº Nicolas Floriani (UEPG) | |
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17:30 |
Retorno à Curitiba – previsão de chegada - 19:30 | |||